Nome
|
Média
|
AGHATA MACHADO DE AGUIAR
|
4.00
|
ANA CAROLINA MEDEIROS
DE OLIVEIRA
|
2.80
|
ANA CAROLINE
SCHINCAGLIA MACEDO AMORIM
|
5.00
|
ANA PAULA DE OLIVEIRA
FARIA
|
5.80
|
ANDRESSA MARIA DELGADO
CORREA
|
7.50
|
BARBARA SALAZAR LOPES
FERNANDES DA SILVA
|
4.50
|
BRUNO DA SILVA COSTA
|
2.80
|
BRYAN OLIVEIRA DA
SILVA REIS
|
4.70
|
ERICK DOS SANTOS SILVA
|
3.20
|
EVELEN RIBEIRO DA SILVA
|
5.10
|
EVELIN DOS SANTOS
SARMENTO
|
7.00
|
FERNANDA ROCHA COLARES
|
5.20
|
JHENEFER DE OLIVEIRA
FRANCISCO
|
4.50
|
JONATHAN GONÇALVES
PRADO DOS SANTOS
|
5.90
|
JULIA CORDEIRO DE LIMA
|
5.00
|
KAIO TORRES SOARES
|
6.60
|
KAUANNA PEIXOTO DOS
SANTOS
|
5.90
|
LARISSA BELMONT BRAGA
PEREIRA
|
6.20
|
LETICIA TAVOLARO ZACARIAS
|
5.00
|
LIDIA RAQUEL DE
CARVALHO COSTA
|
7.10
|
LUCAS COBAS NIMO ANDRADE
|
4.10
|
MARCELLE DA SILVA VERNECK
|
5.40
|
MARIA EDUARDA LIMA DA
SILVA
|
6.80
|
MARIANE SAAR AREDES
|
8.00
|
MATHEUS DA SILVA GOMES
|
4.50
|
MATHEUS NASCIMENTO
CARDOSO
|
5.20
|
NATALIA MEDEIROS AFFONSO
|
7.60
|
PALOMA DIAS DA SILVA
PEDRO
|
7.70
|
PATRICK MARCOS MORAES
TORRES
|
4.80
|
PEDRO HENRIQUE DE SOUSA FERREIRA MAIA
|
5.00
|
POLIANE DAMASCENO SILVA
|
7.70
|
RENATA DOS SANTOS
NAZARETH
|
5.00
|
RHUANY RIBEIRO DE SOUZA
|
6.50
|
ROBERTA DOS SANTOS
NAZARETH
|
5.70
|
SARA DE SOUZA SCHEVENCK
|
5.00
|
SARAH REGINA DE
OLIVEIRA DINIZ
|
5.20
|
SUELEM CRISTINA SILVA
DE ASSIS
|
5.50
|
THAYS BARCELOS DA CUNHA
|
4.00
|
THIAGO DE ALMEIDA SANTOS
|
3.90
|
VINICIUS NICOMEDES SOARES
|
5.40
|
WILKERSON GABRIEL
FERREIRA SILVA
|
3.20
|
YAN ALVARO CABRAL DA
SILVA
|
3.00
|
sexta-feira, 12 de julho de 2013
Turma 1003 - Segundo Bimestre
Notas - Turma 1002 - Segundo bimestre
Nome
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Média
|
BEATRIZ DA COSTA TEIXEIRA
|
7.00
|
BRUNA CAMILLE MACIEL
DE OLIVEIRA
|
6.50
|
DAIANY EDUARDA SILVA
DA MOTTA
|
7.40
|
DHIEGLAYNE DA SILVA DE
FRANÇA
|
6.90
|
ELEN OLIVEIRA CUNHA
|
5.30
|
EVELYN RODRIGUES NUNES
|
4.60
|
FAYSA KATHLEEN FERREIRA
DE SOUZA
|
5.30
|
GABRIELLE ARAUJO
JARDIM DA COSTA
|
5.00
|
JULIA RIBEIRO DE SOUZA
SALLES
|
8.00
|
KARINE TAVARES DE JESUS
|
7.50
|
LARISSA PINHEIRO BOIA
FERREIRA
|
7.90
|
LUIZA COELHO SILVA
|
5.00
|
MATEUS SOARES PINTO
|
6.00
|
MATHEUS OLIVEIRA MACRUZ
|
6.30
|
PAULO ROBERTO ALVES
MACIEL
|
6.80
|
RAYANE PEREIRA FERNANDES
|
6.80
|
SABRINA FERNANDES
GONÇALVES
|
7.00
|
STEFANI RODRIQUES DA
SILVA
|
7.70
|
THATYANE SILVA SANTOS
|
5.20
|
THIAGO HENRIQUE DE
FREITAS
|
5,0
|
VINICIUS JOSÉ SIMÕES
DE CARVALHO
|
5.80
|
VITORIA RAFAELA MACHADO
PACHECO
|
5.00
|
WILIAM DA SILVA
|
8.20
|
terça-feira, 18 de junho de 2013
Revolta do vintém
Vejam só, meninos. Como eu lhes disse, não é a primeira vez.
- No dia 28 de dezembro de 1879, a capital do Império viu algo inédito desde 1863, quando o Brasil rompeu relações com a Inglaterra por conta da Questão Christie: a multidão protestando na rua. A manifestação aconteceu no campo de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, em frente ao palácio imperial. Cerca de cinco mil pessoas, lideradas por um militante republicano, o médico e jornalista Lopes Trovão, reuniram-se para entregar a d. Pedro II uma petição solicitando a revogação de uma taxa de 20 réis, um vintém, sobre o transporte urbano, ou seja, bondes puxados a burro. O vintém era moeda de cobre, a de menor valor da época. A polícia não permitiu que a multidão se aproximasse do palácio. Enquanto os manifestantes se retiravam, o imperador mandou dizer que receberia uma comissão para negociar.Mas Lopes Trovão e outros militantes republicanos, buscando tirar o máximo proveito político da ação da polícia, recusaram o encontro. Divulgaram um manifesto dirigido ao soberano, convocando-o a ir ao encontro do povo. A Gazeta da Noite de Lopes Trovão e panfletos distribuídos pela cidade passaram a pregar o boicote da taxa e a incitar a população a reagir com violência, arrancando os trilhos dos bondes. Outra manifestação foi convocada para o dia 1º de janeiro, data da entrada em vigor da taxa, agora no centro da cidade, no Largo do Paço, hoje Praça 15 de Novembro.
Nesse dia, a taxa estava sendo paga até que, ao meio dia, a multidão se reuniu no local previsto. Percebendo talvez a enrascada em que se metera, Lopes Trovão não incitou a multidão à ação. A massa moveu-se, então, pelas ruas do centro aplaudindo as redações dos jornais de oposição e se dirigiu ao Largo de São Francisco, ponto final de várias linhas de bonde. Em frente ao prédio da Gazeta da Noite, o próprio Trovão fez um apelo aos manifestantes para que se dispersassem. Mas àquela altura ele já perdera o controle dos acontecimentos. A massa popular concentrou-se nos arredores da Rua Uruguaiana e do Largo de São Francisco. O delegado que comandava as tropas da polícia pediu reforços ao Exército, mas, antes que a ajuda chegasse, ordenou à polícia que dispersasse a multidão a cacetadas.A um grito de “Fora o vintém!”, os manifestantes começaram a espancar condutores, esfaquear mulas, virar bondes e arrancar trilhos ao longo da rua Uruguaiana. Dois pelotões do Exército ocuparam o Largo de S. Francisco, postando-se parte da tropa em frente à Escola Politécnica, atual prédio do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ. O povo, que só detestava a polícia, aplaudiu a tropa. Mas alguns mais exaltados passaram a arrancar paralelepípedos e atirá-los contra os soldados. Por infelicidade, um deles atingiu justo o comandante da tropa, tenente-coronel Antônio Enéias Gustavo Galvão, primo de Deodoro da Fonseca, militar que uma década depois se tornaria o primeiro presidente do Brasil. O oficial descontrolou-se e ordenou fogo contra a multidão.
sexta-feira, 7 de junho de 2013
sexta-feira, 31 de maio de 2013
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